Olhando o site do Ministério da Educação, vejo que a Educação para pessoas com Necessidades Educacionais Especiais estão esquecidas, e sendo mau colocado os metédos de como ensinar esses tipos de alunos, que sempre vamos nos deparar dentro de uma sala de aula nos dias de hoje.Em 25 de junho de 2008 - Quarta-feira foi colocado uma matéria no portal do Mec http://www.mec.gov.br/ , mostrando que os professores da educação basica poderão recorrer a orientação de especialistas para atender alunos com transtornos como a Dislexia. Sendo que no meu ponto de vista, deveria ter uma equipe pedagogica que abragece esse tipo de atendimento dentro das escolas. Colocando um PEI em cada escola. Você deve estar agora se perguntando.
resposta: - PEI é um programa de intervenção multidimensional que compreende uma fundamentação teórica, um repertório rico de instrumentos práticos e conjuntos de ferramentas analítico-didático, focalizando em cada um dos três componentes de uma interação: aprendiz, o estímulo e o mediador, com o objetivo de aumentar a eficiência do processo de aprendizagem.
Bom você leitor agora deve estar se perguntando o seguinte. Onde foi que você conseguiu essa resposta? Ai eu respondo que trabalhando em minha monografia vi a respeito sobre o PEI no livro do autor ROBERT, FRANK - A VIDA SECRETA DA CRIANÇA COM DISLEXIA. E agora postando essa matéria aqui dei uma leve pesquisada no google e vi no site http://www.cdcp.com.br/pei.php uma leve explicação do que é um PEI. (É uma teoria da Modificabilidade Cognitiva Estrutural e na Experiência de Aprendizagem Mediada de Reuven Feuertein). (Nasceu em Bostoresan (Roménia) em 1921, no seio de uma família judia muito sensível à cultura e à educação. http://www.cdcp.com.br/reuven_feuerstein.php )
E apartir dos estudos é que veio a dúvida, através do decorrer das minhas pequisas e estudos sobre a Dislexia. E venho a não concordar quando se falam no Brasília Sorridente e Dentista na escola, sendo que acredito que Dentista tem que estar dentro dos postos de Saúde - os chamados Centros de Saúde.
E o portal do Mec fala também que esse trabalho é instituido pela portaria nº 6 de 5 de junho de 2008, que iniciou as discurssões, afim de elaborar políticas direcionadas à educação desse aluno.
Eu ainda falo. Porque no lugar de um dentista, não se coloca um profissional uma equipe ou melhor um grupo de pessoas que possam ajudar as crianças a terem um bom desempenho escolar e um melhor convivio no grupo de estudos. Uma equipe que abranja pedagogos, psicologos, psicopedagogos, neurologistas, professores de reforço e até mesmo um oftalmologista.
Já se fala em Brasil sorridente que é um programa Federal que já tem em todo o Pais, e que seu esquema mudou bastante, sendo que agora cada posto de saúde mais próximo em cada bairro ou perto da casa de cada pessoa, possa ter uma equipe de tratamento dentário, tanto para crianças quanto para adultos. E com isso não vejo necessidade em colocar dentistas nas escolas, e sim, fazer com que realizem um programa e criem um espeço dentro de cada esola para que os alunos sejam bem sucedidos em relação ao aprendizado, ao futuro e também ao desempenho, para que essa criança possa se sentir estimulada e a querer estudar cada dia mais e mais. Colocando o chamado PEI o qual eu falo no inicio da minha postagem.
E segindo com a matéria, postada no dia 25 de junho de 2008, fala que a Comissão assegura o direito de apreder e é que vem a parte que para a coordenadora-geral da política pedagógica em educação especial do Ministério de Educação, Rosângela Machado, a intenção da nova comissão é assegurar o direito de toda criança em aprender, independentemente de suas necessidades educacionais. "Queremos desmistificar ideias mal formadas sobre esse tipo de transtorno e definir diretrizes voltadas para as práticas educacionais", disse.
O grupo de trabalho pretende realizar estudos sobre os transtornos e elaborar um documento com orientações capazes de ajudar os professores na educação de alunos com disturbios como a dislexia, disortografia, disgrafia, discalculia, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. Segundo a Associação Brasileira de Dislexia (ABD), a Dislexia é um disturbio de maior incidência nas salas de aula e atinge 5% e 17% da população mundial.
E que para o meu ver nos meus estudos, ainda tem professores concursados, que infelizmente não sabem o que é dislexia e nem conseguem identificar uma criança disléxica. Sendo que em uma escola de Brasília do Plano Piloto que trabalha com crianças deficientes, com necessidades educacionais especiais, uma coordenadora chegou a falar que não sabia o que vinha a ser DISLEXIA e que na escola não havia portadores desse problema. Que na verdade é um disturbio.o Se chegamos a esse ponto nos dias de hoje, onde que fica a educação das crianças?
E a ABD ( http://www.dislexia.org.br/ ) define dislexia como um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração. Em relação aos alunos com déficit de atenção, a Associação de Déficit de Atenção (Abda) explica que eles apresentam sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. A discalculia tem a ver com a dificuldade do aluno com operações matemáticas. O estudante com disgrafia tem problemas para escrever letras e números e aqueles com disortografia podem fazer confusões com as sílabas e trocar letras que se parecem sonoramente.
Formado por especialistas do MEC, universidades, associações de pais e alunos e entidades ligadas a transtornos funcionais, entre outros membros, o grupo terá até 120 dias para apresentar propostas de diretrizes que possam orientar os professores a atender melhor os alunos com transtornos de aprendizagem. Entre os participantes do grupo, há 16 membros permanetes, além de especialistas convidados. (Matéria do MEC de 25 de junho de 2008)
Matéria de Maria Clara Machado.
Claro, que com alguns comentarios meus no decorrer dessa postagem.
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=10770:comissao-assegura-direito-de-aprender&catid=222


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