
Outra matéria que o Correio Braziliense nos mostrou hoje dia 10 de junho de 2010 foi o caso de superação de Jeferson Ramos da Silva que nasceu com uma grave doença congênita. Ele não anda nem mexe os braços ou mãos. Que driblou os piores prognósticos médicos e mudou o rumo da própria história. Escreveu um livro e agora pinta telas com cores de vida.
Uma matéria de Marcelo Abreu nos mostra que com quatros dias de nascido, a família o levou ao melhor pediatra da cidade de Barreiras, interior da Bahia. Para pagar a consulta, familiares e amigos se cotizaram. E lá se foram à mãe diarista domésticas e o pai pedreiro ver o que aquele renomado homem de jaleco branco teria a dizer. O médico, ao desenrolar a manta que cobria o bebê, sentenciou: “Olha só pra isso. Essa criança tem problemas no corpo todo. Vai ser um problema para vida inteira.” Não contente, mirou os pais e ainda emendou: “ Vocês são tão jovens, saudáveis, como podem ter tido um filho assim.”
E receitou um remédio para o filho daquela mulher. “Assim que sai do consultório, resgatei aquele papel. Eu só conseguia chorar. Aquele médico me disse que seria melhor que meu filho não tivesse nascido. Ele pegou meu filho com nojo.”

É infelizmente ainda temos pessoas assim, que não conseguem encarar uma pessoa com dificuldades ou mesmo com problemas de difícil superação, e acabam as encarando com ar de nojo e desprezo que fazem com que essas pessoas se sintam discriminas e diminuídas quanto as dificuldades que tem que enfrentar no seu dia a dia. Fazendo com que os familiares se preparem em dobro para uma grande superação ser vencida a cada dia.
Quinze anos depois , o menino que o homem de jaleco branco disse que não daria para nada virou escritor e pintor. Uma grande superação, enfrentada junto a família que serve de exemplo para varias pessoas que se põem a reclamar da vida, por pouco e para outras pessoas com dificuldades parecidas a tirarem a barreira do “não dou conta, tenho limites que impedem.”
Uma matéria de Marcelo Abreu nos mostra que com quatros dias de nascido, a família o levou ao melhor pediatra da cidade de Barreiras, interior da Bahia. Para pagar a consulta, familiares e amigos se cotizaram. E lá se foram à mãe diarista domésticas e o pai pedreiro ver o que aquele renomado homem de jaleco branco teria a dizer. O médico, ao desenrolar a manta que cobria o bebê, sentenciou: “Olha só pra isso. Essa criança tem problemas no corpo todo. Vai ser um problema para vida inteira.” Não contente, mirou os pais e ainda emendou: “ Vocês são tão jovens, saudáveis, como podem ter tido um filho assim.”
E receitou um remédio para o filho daquela mulher. “Assim que sai do consultório, resgatei aquele papel. Eu só conseguia chorar. Aquele médico me disse que seria melhor que meu filho não tivesse nascido. Ele pegou meu filho com nojo.”

É infelizmente ainda temos pessoas assim, que não conseguem encarar uma pessoa com dificuldades ou mesmo com problemas de difícil superação, e acabam as encarando com ar de nojo e desprezo que fazem com que essas pessoas se sintam discriminas e diminuídas quanto as dificuldades que tem que enfrentar no seu dia a dia. Fazendo com que os familiares se preparem em dobro para uma grande superação ser vencida a cada dia.
Quinze anos depois , o menino que o homem de jaleco branco disse que não daria para nada virou escritor e pintor. Uma grande superação, enfrentada junto a família que serve de exemplo para varias pessoas que se põem a reclamar da vida, por pouco e para outras pessoas com dificuldades parecidas a tirarem a barreira do “não dou conta, tenho limites que impedem.”

Sim a matéria nos mostra varias pinturas de Jeferson Ramos da Cruz agora pinta a vida com cores de quem apostou em viver. A mesma vida que um dia alguém lhe disse que ele não teria. Descobre paisagens, recria o que vê e inventa as suas próprias. Sentado numa cadeira de rodas, sem mexer os braços e pernas, ele usa a boca para brincar com os pincéis. Uma grande superação e força de vontade.
Duas ou três horas depois, a tela está pronta. E ele se extasia com o que é capaz de fazer. Eis a sua obra de arte.
A matéria nos mostra que desde novembro, Jeferson tem freqüentado aulas de pintura. E encanta a professora, que, voluntariamente, o ensina técnicas de perspectivas em paisagens (noção de perto e longe, sombra e luz.) “Na verdade, a gente não ensina nada a ninguém. A pessoa já nasce com o dom. Ele desenvolveu muito rapidamente. É inteligente demais.” Elogia Margarida Lopes Fróes, pernambucana de 57 anos, quatro filhos, seis netos.
Duas vezes por semana a professora abnegada abre as portas para aquele menino que chega pilotando sua cadeira de rodas motorizada. E lá, por duas horas, ela lhe mostra um mundo de magia e cores. Com a boca, ele faz tinta crua e tela branca virarem arte.
É uma história que virou telas, e que mostra que se sente quando esta pintando, o pensamento fica só naquilo o que esta fazendo. E que nada mais tem vez.
Desenha o que vê e depois pinta. Noutras, cria seus rabiscos. A professora se emociona. Ele a agradece com um sorriso do tamanho da sua felicidade. Cleide Figueiredo Ramos de 34 anos, a mãe, não cabe em si: “E aquele médico disse que meu filho seria um peso na minha vida.”
Teve também sua história contada com exclusividade em abril de 2008, uma matéria a qual falava que ele havia ter acabado de colocar um ponto final no último capitulo do livro que levara seis anos para escrever. A professora Crislei Maria Moraes, hoje com 36 anos, o incentivou desde o começo. Aos quatro anos, ela o conheceu numa escola de ensino especial, em Planaltina. “Quando eu vi Jeferson pela primeira vez, percebi que ele era de fato diferente. Os olhinhos dele diziam: ‘Eu posso, eu quero’. Eu apostei nele.”
Crislei dava aulas de educação física para meninos e meninas com necessidades especiais. “Ele se arrastava, mas tentava fazer as atividades”, conta. E um dia ele a surpreendeu. Pediu que ela o ensinasse a escrever. Coisa incrível e linda.
A professora ainda perguntou. Como? Já que Jeferson não mexia os braços e nem as mãos? Mas ela mesma encontrou a solução: “Ele escrevia de qualquer forma da forma que pudesse.”
Uma superação que vem da força de vontade, e da coragem de saber que pode e que tem coragem de encarar mais esse obstáculo de sua vida, e que foi mais um motivo de querer viver ainda mais e mais...
A matéria mostra o lado bom da vida.
PÁGINAS DA VERDADE.
Assim se fez, Jeferson começou a escrever com a boca. No começo foi complicado, como toda dificuldade sempre no começo vai ser complicado. Ele se machucava com o lápis. Fez calos sangrou. Mas nuca desistiu. Do ensino especial, ele foi matriculado no regular. E nunca mais parou de escrever. A professora teve uma grande ideia.

Por que ele não escrevia um livro contando a sua história? Jeferson topou. E foram longos seis anos de rabiscos cheios de vida e verdades e algumas lágrimas.
Uma conquista que COM A BOCA, ELE VIROU ARTISTA.
Jeferson fala que com os rascunhos de sua vida em rodas se fez capaz de voar e sonhar, escritos em letras de forma estavam prontos. Omo publicá-lo? Em 24 de abril de 2008, o Correio revelou a comovente história de Jeferson. No dia seguinte o senador Cristovam Buarque e a editora Thesaurus entraram na luta em favor do menino.
A obra ficou pronta em 22 e dezembro, o livro virou realidade. Com direito a noite de autógrafo e coquetel, no Carpie Diem. Ainda nessa época ele ganhou de uma moradora da Asa Norte , a tão sonhada cadeira de rodas motorizada, que lhe deu assas e o fez voar com suas pernas emprestadas. A história de Jeferson correi o país. Até a apresentadora Xuxa o chamou para ir ao programa dela. E deu a ele, a um irmão e à mãe, seis dias de passeios no Rio de Janeiro. Jeferson conheceu o mar.
O menino o qual o médico falou a seus pais que ele nem deveria ter nascido, hoje pinta o que sente, da forma que concebe a vida. Busca paisagens bucólicas, coisas que lhe agradam. É o mundo sobre sua ótica. A visão de quem teve que descobrir a imperfeição da vida e dos seres. E ao se deparar com isso, tornou-se mais vivo e mais forte. Jeferson aprendeu, desde sempre, que a vida é feita de adaptações. Ele encontrou a sua.
RABISCOS DE SUA VIDA VIRARAM LIVRO COM 48 PÁGINAS.


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