


Em seu trabalho ela relata um dizer de Rubem Alves que eu achei bastante interessante.
“Há um tipo de educação que tem por objetivo produzir conhecimentos para transformar o mundo, interferir no mundo, que é a educação científica.
Mas há uma educação – e é isso que chamo realmente de educação onde o objetivo não é fazer nenhuma transformação no mundo, é transformar as pessoas”
Rubem Alves
Emíllia apresenta em seu trabalho os jogos, brinquedos e brincadeiras com essência para o desenvolvimento cognitivo, social e afetivo da criança. Ela fala que brincar provoca o funcionamento do pensamento e alcança níveis de desempenho que só as ações por motivação intrínseca conseguem ao estimular o aspecto cognitivo e motor da criança.
O seu trabalho mostra que a criança brinca desenvolve a sociabilidade, faz amigos e aprende a conviver, respeitando o direito dos outros e as normas estabelecidas pelo grupo.
No decorrer do seu trabalho Emíllia fala que brincando prepara-se para o futuro, experimentando o mundo ao seu redor dentro dos limites de sua condição atual e dando um sentido para a sua vida.
Emíllia Rafaella tenta demonstrar como os jogos, brinquedos e brincadeiras contribuem no aprendizado e desenvolvimento de crianças portadoras de dislexia, bem como sugere atividades que tragam benefícios a este grupo de crianças. O Título “Jogos, brinquedos e brincadeiras no desenvolvimento da criança disléxica” já coloca em destaque sua temática mais significativa. Trata de melhorar e mostrar a necessidade dos jogos, brinquedos e brincadeiras que não só fazem parte da espontaneidade natural da criança, mas no contexto escolar intencional para o seu desenvolvimento físico.
Por isso que resolvi por aqui no blog e focar melhor esse tema de jogos, brinquedos e brincadeiras, por conta de poder ser o meio adequado de ajudar as crianças com dificuldade de aprendizagem (DISLEXIA). E por acreditar que esse tipo de trabalho ajuda no desenvolvimento infantil.
Toda criança tem tendência a brincar.
Brincar se torna tão importante quanto comer, dormir e falar.
O jogo pedagógico contribui na aprendizagem de forma a sanar as dificuldades do aluno. Com isso o professor, como seu mediador, deve proporcionar desafios e condições para que isso possa vir ser um meio de desenvolver dentro da aprendizagem e também poder construir os conceitos de forma significativa que desperte a criatividade de desenvolver o seu próprio potencial.
Emíllia Rafaella diz em seu trabalho que os jogos, brinquedos e brincadeiras também contribuem para um desenvolvimento completo da criança, que também irão não só auxiliar no desenvolvimento da criança com dislexia, no que diz respeito a suas dificuldades, mas também para inseri-la dentro de um grupo, melhorar sua auto estima, sua capacidade cognitiva e torná-la mais feliz.
Eu acredito que devemos incentivar a criança para que ela possa ter oportunidades para que, brincando libere a sua capacidade de criar desenvolver e também de reinventar o mundo. Com essas condições a criança passa a liberar sua afetividade, ter facilidade na sua capacidade motora e ter suas fantasias aceitas e favorecer dentro de si um mundo mágico para que essa criança venha despertar suas próprias aventuras e se encontrar dentro de seus próprios limites.
Quem nunca quando criança teve um amigo imaginário?
Quem nunca quando criança já brincou sozinho imaginado ter outro colega por perto?
Quem nunca quando criança já inventou histórias mirabolantes para passar o tempo mostrando que é bom em criatividade?
Esses são uns dos meios que algumas crianças usam para mostrar que são capazes de inventar, reinventar e de dizer que brincam, são feliz e estão bem.
Brincar não deixa de ser um exercício prazeroso, e para a criança então? Não deixa de ser uma coisa bastante importante, porque brincar faz com que a criança se desenvolva, provocando o funcionamento do pensamento. Mesmo que seja com histórias mirabolantes contadas por elas ou com amigos imaginários, que as levam para o seu mundo mágico. Que também não deixa de ser um alcançar de desempenho que só as ações por motivações conseguem e com isso não deixam de estarem preparadas para o futuro, e dentro de experimentos com o mundo ao seu redor e dentro dos limites que a sua condição atual permite.
“ Brincando a criança faz sua iniciação ao comportamento adulto, ao papel que virá mais tarde a desempenhar; desenvolve suas habilidades físicas, verbais e intelectuais e a aptidão a comunicar-se”.
Juliette Raabe
Emíllia em seu trabalho cita: Vygotsky (1987) acredita que as características individuais e até mesmo as atitudes individuais estão impregnadas de trocas com o coletivo, ou seja, mesmo o que tomamos por mais individual de um ser humano foi construído a partir de uma relação com o outro indivíduo. Logo podemos deduzir que jogos, brinquedos e brincadeiras promovem tais trocas.
O jogo proporciona ao sujeito, além do divertimento, o favorecimento do desenvolvimento físico, afetivo, social e moral.
Ainda em seu trabalho Emíllia Rafaella fala que: Piaget (1982), afirma que o jogo possibilita a construção do conhecimento, principalmente no períodos sensório - motor e pré - operacional.
Uma coisa bastante interessante que Emíllia é que o jogo é a atividade da criança para gastar energia. Diz Emíllia também que o jogo muda de natureza no decorrer do desenvolvimento da criança. Podendo ser de imitação ou de regras.
Emíllia Rafaella, relata também, que o jogo e a brincadeira são, com freqüência, percebidos pelo adulto como oportunidades de uma certa liberdade ou, de forma deturpada, como sendo contrário ao trabalho, recebendo, por vezes, a pecha de inúteis.
Todos nos sabemos que brincar é essencial a saúde, emocional e intelectual do ser humano.
Nesse caso Emíllia diz em seu trabalho que brincar é coisa séria, porque ela fala que na brincadeira a criança se reequilibra, recicla suas emoções e sacia sua necessidade de conhecer e reinventar a realidade. E ela coloca também, que, tudo isso desenvolve atenção, concentração e muitas outras habilidades, além de muito, muito prazer em viver e, conviver. Ela fala que a criança precisa brincar direito, brincar com o objetivo de se desenvolver, de forma a atender todas as suas expectativas de vida divertindo-se e interagindo com o mundo.
Toda criança tem o direito de brincar.
Matéria extraida do site: http://www.crda.com.br/tccdoc/17.pdf
dia: 03-12-2009


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