sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Dislexia - ensinar





Sabemos que crianças com dislexia têm dificuldades em entender o que esta escrito e escrever o que estão pensando.



A dislexia é um dos distúrbios de aprendizagem mais conhecido e também um dos maiores índices de evasão escolar do nosso País, e é uma das causas do chamado “analfabetismo funcional”. Por falta de informação, conhecimento e estudos realizados para conhecer o problema e entender os seus sintomas, por isso que insisto em bater na mesma tecla sobre a educação continuada dos professores para aprender mais sobre diversas maneiras de conhecer e ensinar o seu aluno e poder saber como lidar com dificuldades como a da dislexia, que infelizmente é ainda bastante desconhecida no nosso País, por falta de estudos e análises sobre a dislexia, que é um número grande em salas de aula, e com isso é conhecida como desencadeante de insucessos no aprendizado.



Se é uma das maiores causas da evasão escolar os professores deveriam dar importância para o distúrbio, e procurar ajudar e procurar saber mais sobre o caso, para maior atender seu público alvo, ao invés de tentarem “tapar o sol com a peneira”, dizendo que seus alunos são desinteressados, preguiçosos e não tem o menor interesse para os estudos. Sendo que na verdade pode ser uma dislexia. Que se dá quando a capacidade uma criança para ler ou escrever esta abaixo do seu nível de inteligência.



“Crianças com dislexia Invertem palavras de maneira parcial ou total; comentem falhas na elaboração de orações complexas e na redação espontânea; copiam as palavras de forma errada mesmo observando como são escritas; têm pobreza de vocabulário; invertem letras e números.” Para sua melhora em relação a essas pobrezas o importe é a escola saber lidar com isso, procurar meios mais adequados para a melhoria do aprendizado desse aluno, procurar ter dentro do seu estabelecimento de ensino uma equipe multidisciplinar com profissionais que saibam lidar com cada tipo de alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem, sendo a dislexia ou não.



Os estudos nos mostra, que os disléxicos não devem ser forçados a ler em voz alto na sala de aula (a menos que demonstrem esse desejo) e suas habilidades devem ser avaliadas mais nas respostas orais que nas escritas, com isso percebemos que o disléxico se mostra mais interessado quando se estuda com alguma pessoa lendo para ele do que se ele mesmo pegar um texto para ler. Tenta fazer um teste, fica mais fácil para essa criança estudar com alguém lendo do que tentar entender o que ele próprio lê. Por isso que em muitos dos livros, de conversas se dizem para tentar ler o texto em voz alta para o aluno e procurar fazer com que ele interprete também em voz alto. Seu entendimento ficará mais claro e seu desempenho com os estudos pode vir a melhorar. É claro que existem diversos tipos de dislexia e de crianças com esse distúrbio de aprendizagem, tem crianças que aprendem perfeitamente e conseguem com isso escrever e mostrar suas habilidades. Mas a maioria com dislexia,têm dificuldade na leitura e interpretação escrita. Por isso que devem ser avaliadas mais nas respostas orais que nas escritas.



Essas crianças devem sim ter um sistema de ensino e aprendizagem todo especial; mostrando manuais de alfabetização apropriados; utilizando-se folhas quadriculadas nas atividades com a matemática (Pois sabemos que a maioria das crianças que apresentam sintomas de dislexia mostra dificuldade com os números e cálculos.) E para isso é preciso usar letras com texturas diferentes; usando máscaras para leitura de texto. É o que nos explica Telma no site Tear de retalhos.



O site nos mostra o que mais venho falando no blog, que assim como para todas as dificuldades de distúrbios de aprendizagem é necessário que os pais e professores saibam como identificar e lidar com uma criança com dislexia. Mas venho colocar bem claro, que o professor jamais pode diagnosticar uma criança com dislexia, só quem pode diagnosticá-lo é um médico especializado como neurologista ou uma equipe multidisciplinar. (Psicólogos, psicopedagogos, neurologistas e também oftalmologista especializado.)



Bom o site do tear reatalhos nos mostra uma coisa interessante diversos meios para pessoas que precisam de uma asssessoria especializada em Disturbios de Aprendizagem para seu filho, que entrem contato com o CAE – Centro de Assessoria Escolar - R Caramuru,417 - Sala22 - Pça da Árvore, São Paulo - Fones:2613-8649/9960-4327. http://www.caeassessoria.com.br/
Em Brasília temos o CAPSI – Centro de Orientação Médico Psicopedagógico – SESDF SGAS 907/908 Sul – Escola Normal de Brasília
70390-070 – Brasília – DF
(61) 3244-0728
compp@saude.df.gov.br



Nesses centros você encontrará todas as condições necessárias para desenvolvimento da criança, através de profissionais habilitados e treinados nesse tipo de deficiência.



No site tear de retalhos tem diversos depoimentos de algumas pessoas um deles é da Sissym... Que fala que conhece pessoas disléxicas que tiveram problemas nas escolas porque seus professores não estavam preparados para recebê-las.



Outro depoimento foi de Samanta que achou maravilhosa a reportagem que Telma deu no blog tear de retalhos http://www.tearderetalhos.com/2011/04/dislexia-ensinar-diferente-para-quem.html.



Samanta já tinha ouvido falar, “até porque a mídia cita muitos famosos que tem dislexia, mas que ela não tinha conhecimento sobre o assunto, na verdade não sabia de que se tratava. E com isso achou bem interessante as informações passadas e os canais de informação que divulgou.”

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