
Ao entrar no site do yahoo essa semana me deparei com uma reportagem que achei bastante interessante em colocar aqui no blog, para refletimos um pouco sobre a questão do bullying.
"Agressores e vítimas do bullying têm pior rendimento na escola.
Estudos descobriu que a vítima típica de bullying também tende a ser agressiva. "
Por Minha Vida
"Crianças e adolescentes com problemas de aprendizado na escola têm maior risco de se tornarem agressores, vítimas de bullying ou ambos, de acordo com nova pesquisa publicada pela American Psychological Association."
Tem muitos casos de falta de entendimento e dificuldades que facilitam os agressores para virem a ter vontade de abusar e com isso vê um bom motivo para judiar, agredir ou até mesmo ofender e fazendo com que o agredido fique nervoso, triste, ódio e também com traumas que podem vir a ser por resto a sua vida. As escolas pelo o que vejo não sabem trabalhar com essa realidade que a cada dia esta causando prejuízos para alunos e também a pais.
Outro dia na cidade de Brasília um adolescente de mais ou menos 15 anos foi agredido pelos estudandes do colégio Caseb onde o menino também estudava. A notícia saiu no DFTV e também no jornal Correio Braziliense, no Eu estudante.
"A agressão sofrida por um aluno do Centro Educacional Caseb, localizado na 909 Sul, na última quinta-feira, não foi um caso isolado. Do total de ocorrências de brigas, ameaças, injúrias e assaltos registradas na Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA), 27% acontecem dentro ou nas proximidade das escolas do Distrito Federal."
http://www.correioweb.com.br/euestudante/noticias.php?id=12228
"Agressores e vítimas do bullying têm pior rendimento na escola.
Estudos descobriu que a vítima típica de bullying também tende a ser agressiva. "
Por Minha Vida
"Crianças e adolescentes com problemas de aprendizado na escola têm maior risco de se tornarem agressores, vítimas de bullying ou ambos, de acordo com nova pesquisa publicada pela American Psychological Association."
Tem muitos casos de falta de entendimento e dificuldades que facilitam os agressores para virem a ter vontade de abusar e com isso vê um bom motivo para judiar, agredir ou até mesmo ofender e fazendo com que o agredido fique nervoso, triste, ódio e também com traumas que podem vir a ser por resto a sua vida. As escolas pelo o que vejo não sabem trabalhar com essa realidade que a cada dia esta causando prejuízos para alunos e também a pais.
Outro dia na cidade de Brasília um adolescente de mais ou menos 15 anos foi agredido pelos estudandes do colégio Caseb onde o menino também estudava. A notícia saiu no DFTV e também no jornal Correio Braziliense, no Eu estudante.
"A agressão sofrida por um aluno do Centro Educacional Caseb, localizado na 909 Sul, na última quinta-feira, não foi um caso isolado. Do total de ocorrências de brigas, ameaças, injúrias e assaltos registradas na Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA), 27% acontecem dentro ou nas proximidade das escolas do Distrito Federal."
http://www.correioweb.com.br/euestudante/noticias.php?id=12228
Isso não deixa de ser um sinal de bullying.
Dando continuidade a reportagem do Yahoo.
"O estudo realizado pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, analisou 153 estudos dos últimos 30 anos. "
"Mais do que qualquer outra tendência, o desempenho escolar prevê quem vai intimidar. O autor da pesquisa, Clayton R. Cook, PhD, da Louisiana State University diz: "Esperamos que esse conhecimento nos ajude a compreender melhor as condições em que o bullying ocorre e as consequências que pode ter para os indivíduos. Finalmente, será possível desenvolver melhores estratégias de intervenção para interromper o ciclo de agressões antes de começarem."
Os pesquisadores descobriram que a vítima típica de bullying tende a ser agressiva, com poucas habilidades sociais, pensamentos negativos, têm dificuldades em resolver problemas sociais, vem de famílias pouco estruturadas e são visivelmente rejeitados e isolados pelos colegas.
O típico valentão vítima também tem atitudes negativas, com problemas com interação social, não tem boas estratégias sociais para resolver problemas, baixo desempenho na escola e não é apenas rejeitado e isolado por seus pares, mas também é influenciado negativamente pelos colegas com quem ele ou ela interage, de acordo com o estudo .
Os autores descobriram que as crianças agressoras eram mais desafiadoras e agressivas, ao passo que os adolescentes eram deprimidos e ansiosos. E as vítimas adolescentes sofriam de depressão coma maior frequência. "É importante intervir com os pais, colegas e escolas ao mesmo tempo", disse Cook. "A formação comportamental dos pais pode ser usada em casa, enquanto a construção saudável do relacionamento entre colegas e de competências de resolução de problemas poderiam ser oferecidas nas escolas, juntamente com a ajuda de acadêmicos."
Os fatores que instalam e mantém essa violência são muitos e complexos. Desde a perda da autoridade paterna e a dificuldade de diálogo, passando pela alienação da escola, até a violência urbana. Mas, não podemos negar que uma boa parte desse problema se origina dentro de casa. "O pior e o melhor da natureza humana coexistem dentro de cada um de nós. Os sentimentos mais primários (ódio, inveja) convivem com os mais elevados (solidariedade, lealdade, compaixão). O que determina o caminho que essas potencialidades vão tomar são as possibilidades de transformação dos impulsos primários e a existência de canais adequados para dar vazão a eles", de acordo com a psicóloga Claudia Finamore. "


Nenhum comentário:
Postar um comentário
"Quem sabe faz a hora não espera acontecer"!