A ABD fala de varios assuntos relacionados a DISLEXIA, e coloca artigos interessantes para a comunidade. Um deles é sobre os sentimentos dos pais em relação a DISLEXIA.
A constatação de que uma criança possui uma dificuldade, seja ela leve ou severa, provoca nos pais uma grande ansiedade. No caso da DISLEXIA, junto com o diagnóstico, vem também a certeza que essa criança sempre enfrentará dificuldades maiores do que as pessoas que não têm DISLEXIA.
* Com isso é bom ficar atento no comportamento das crianças e procurar sempre estarem presentes no processo de ensino aprendizagem, dando apoio e fazendo com que a criança tenha uma alto estima e força de vontade para querer sempre melhorar e mudar. Isso pode ser um trabalho grende e complicado, mas o que não podemos fazer é deixar a peteca cair e não fazer nada como se nada estivesse acontecendo.
Segundo Buscaglia (pg. 148 - 1983), os pais reagem de diversos modos, frente às dificuldades do filho:
- Negação: “Não há nada de errado com meu filho”
- Culpa: “O que eu fiz para causar isso?”.
- Confusão: “Onde podemos buscar ajuda”
- Dilema: “Faço o que fulano falou ou o que cicrano disse?”.
- Raiva: “Por que não existem programas de recuperação para o meu filho?”.
- Desespero: “Não tenho mais esperança”
- Impotência: “Não sei mais o que fazer”
- Projeção: “O meu filho não vai bem porque a professora é ineficiente”
- Racionalização: “Ele está superagitado porque comeu muito”
- Identificação: “ele é igualzinho a mim”
(Dislexia, Cérebro, Cognição e Aprendizagem – pg. 80 – 2000).
* Por isso que falo que os pais devem estar atentos em relação aos comportamentos de seus filhos, pois uma criança DISLÉXICA mostra alterações de comportamentos, e se mostram desinteressadas para os estudos, fazendo com que muitos acham que a criança não quer aprender, por preguiça, falta de interesse ou até mesmo hiperatividade. Mas o importante é saber o que realmente se passa com a criança e seu mundo, para o quanto antes procurar ajudar e saber lidar com a situação e não ter problemas maiores depois.
Não é raro os pais reagirem com descrença, mesmo suspeitando que seu filho apresente algum problema de aprendizagem, alguns tentam se convencer de que é simplesmente um atraso no desenvolvimento e que vai se corrigir com o tempo.
A negação é primeira reação dos pais. Mas o simples fato de procurarem ajuda ou buscarem um diagnóstico, significa, em alguns casos, que eles sabem que há algo de errado e precisam buscar apoio.
Depois, vem a culpa. A sensação de que poderiam ter percebido antes, ter procurado um diagnóstico mais cedo. Culpa por terem cobrado demais, exigido um desempenho maior, ou porque julgaram o comportamento do filho como preguiça ou falta de interesse pelos estudos.
Os pais também se sentem muito confusos, perdidos, querem ajudar o filho, procurar uma escola melhor, o melhor profissional, o melhor método. Querem fazer, agir, mas não sabem como e nem por onde começar. Buscam opiniões, conselhos de profissionais e até de outros pais que passam pela mesma situação.
Alguns acabam se desesperando, sentem-se derrotados e impotentes diante das dificuldades enfrentadas pelo filho.
* Muitos professores vão achar que seu filho é desinteressado, ou até mesmo "burro", porque infelizmente ainda tem muitos professores que não sabem bem o que é DISLEXIA, e muitos deles acham que é só um erro ortografico e não um disturbio cerebral que faz com que a criança veja as coisas embaralhadas e se sintam inferiorizadas que os levam a ter mudanças de comportamentos. Isso muitos dos professores não sabem e acham que estão fazendo um bom diagnostico. Sendo que na verdade quem deve dar um bom diagnostico são os especialistas. (Psicopedagogo,neurologista,oftalmologista,Fonoaudiologo e até mesmo um psicologo)Esses que são o grupo de pessoas que podem e devem dar um diagnostico preciso da DISLEXIA não um professor. Se você pai, ouvir de um professor que fez um diagnostico em seu filho, desconcidere e procure logo um especialista na area médica para ver se seu filho tem ou não DISLEXIA. Não caia na onda de diagnostico escolar. A DISLEXIA ainda é bastante desconhecida pelos professores. (INFELIZMENTE)
A depressão ou a tristeza podem aparecer em determinados momentos, embora em outros, os pais possam se sentir fortes e confiantes. Aceitar e entender o que está acontecendo com o filho é o primeiro passo da longa jornada que se inicia com o diagnóstico. É preciso que os pais também passem por um período de aprendizado e de adaptação.
Antes da aceitação, porém, esses pais passam por todo o processo de luto, de perda do filho idealizado e eles devem ser acolhidos, ouvidos, acalentados. É exigido tanto desses pais que às vezes eles sentem vontade de desistir, de parar com todas as tentativas de buscar uma solução. É necessário um tempo para eles falarem, chorarem e também ouvirem. É a hora de cuidar do cuidador.
* Tenho visto em meus estudos sobre o assunto, que os pais que tem filhos com qualquer dificuldae de aprendizagem, podem ter uma hora no trabalho reduzida. Ou seja sair mais cedo para poder ficar mais tempo com o seu filho e poder ajuda-lo nas tarefas e tratamentos.
Para o filho, ter os pais ao seu lado e enfrentando juntos as dificuldades, dá uma sensação de proteção e de apoio. É importante também ajudá-lo a entender que cada pessoa é diferente da outra, mesmo entre as que não possuem nenhuma dificuldade. Cada ser é único em sua individualidade, com suas qualidades, defeitos e limitações.
* É muitas pessoas ditas normais parecem mais retardadas do que os ditos especiais, e ter um problema ou mesmo DISLEXIA só nos leva até um pouco mais de esforço na vida escolar e na relação com o mundo a fora. Mas não deixa de ser impossivel, só vai nos fazer ter mais esforço para enfrentar. BASTA QUERER, LUTAR E CONQUISTAR. Ai vc vai ver que não foi tão difícil assim, não é mesmo?
Descobrir as qualidades e habilidades do filho e exaltá-las é um bom começo para essa nova jornada que deve ser trilhada com paciência, tolerância e muito amor!
Elaine Braga Costa é Arteterapeuta na ABD.
(*) EU.
Acessado em: 27-10-2009.
http://www.dislexia.org.br/
* Com isso é bom ficar atento no comportamento das crianças e procurar sempre estarem presentes no processo de ensino aprendizagem, dando apoio e fazendo com que a criança tenha uma alto estima e força de vontade para querer sempre melhorar e mudar. Isso pode ser um trabalho grende e complicado, mas o que não podemos fazer é deixar a peteca cair e não fazer nada como se nada estivesse acontecendo.
Segundo Buscaglia (pg. 148 - 1983), os pais reagem de diversos modos, frente às dificuldades do filho:
- Negação: “Não há nada de errado com meu filho”
- Culpa: “O que eu fiz para causar isso?”.
- Confusão: “Onde podemos buscar ajuda”
- Dilema: “Faço o que fulano falou ou o que cicrano disse?”.
- Raiva: “Por que não existem programas de recuperação para o meu filho?”.
- Desespero: “Não tenho mais esperança”
- Impotência: “Não sei mais o que fazer”
- Projeção: “O meu filho não vai bem porque a professora é ineficiente”
- Racionalização: “Ele está superagitado porque comeu muito”
- Identificação: “ele é igualzinho a mim”
(Dislexia, Cérebro, Cognição e Aprendizagem – pg. 80 – 2000).
* Por isso que falo que os pais devem estar atentos em relação aos comportamentos de seus filhos, pois uma criança DISLÉXICA mostra alterações de comportamentos, e se mostram desinteressadas para os estudos, fazendo com que muitos acham que a criança não quer aprender, por preguiça, falta de interesse ou até mesmo hiperatividade. Mas o importante é saber o que realmente se passa com a criança e seu mundo, para o quanto antes procurar ajudar e saber lidar com a situação e não ter problemas maiores depois.
Não é raro os pais reagirem com descrença, mesmo suspeitando que seu filho apresente algum problema de aprendizagem, alguns tentam se convencer de que é simplesmente um atraso no desenvolvimento e que vai se corrigir com o tempo.
A negação é primeira reação dos pais. Mas o simples fato de procurarem ajuda ou buscarem um diagnóstico, significa, em alguns casos, que eles sabem que há algo de errado e precisam buscar apoio.
Depois, vem a culpa. A sensação de que poderiam ter percebido antes, ter procurado um diagnóstico mais cedo. Culpa por terem cobrado demais, exigido um desempenho maior, ou porque julgaram o comportamento do filho como preguiça ou falta de interesse pelos estudos.
Os pais também se sentem muito confusos, perdidos, querem ajudar o filho, procurar uma escola melhor, o melhor profissional, o melhor método. Querem fazer, agir, mas não sabem como e nem por onde começar. Buscam opiniões, conselhos de profissionais e até de outros pais que passam pela mesma situação.
Alguns acabam se desesperando, sentem-se derrotados e impotentes diante das dificuldades enfrentadas pelo filho.
* Muitos professores vão achar que seu filho é desinteressado, ou até mesmo "burro", porque infelizmente ainda tem muitos professores que não sabem bem o que é DISLEXIA, e muitos deles acham que é só um erro ortografico e não um disturbio cerebral que faz com que a criança veja as coisas embaralhadas e se sintam inferiorizadas que os levam a ter mudanças de comportamentos. Isso muitos dos professores não sabem e acham que estão fazendo um bom diagnostico. Sendo que na verdade quem deve dar um bom diagnostico são os especialistas. (Psicopedagogo,neurologista,oftalmologista,Fonoaudiologo e até mesmo um psicologo)Esses que são o grupo de pessoas que podem e devem dar um diagnostico preciso da DISLEXIA não um professor. Se você pai, ouvir de um professor que fez um diagnostico em seu filho, desconcidere e procure logo um especialista na area médica para ver se seu filho tem ou não DISLEXIA. Não caia na onda de diagnostico escolar. A DISLEXIA ainda é bastante desconhecida pelos professores. (INFELIZMENTE)
A depressão ou a tristeza podem aparecer em determinados momentos, embora em outros, os pais possam se sentir fortes e confiantes. Aceitar e entender o que está acontecendo com o filho é o primeiro passo da longa jornada que se inicia com o diagnóstico. É preciso que os pais também passem por um período de aprendizado e de adaptação.
Antes da aceitação, porém, esses pais passam por todo o processo de luto, de perda do filho idealizado e eles devem ser acolhidos, ouvidos, acalentados. É exigido tanto desses pais que às vezes eles sentem vontade de desistir, de parar com todas as tentativas de buscar uma solução. É necessário um tempo para eles falarem, chorarem e também ouvirem. É a hora de cuidar do cuidador.
* Tenho visto em meus estudos sobre o assunto, que os pais que tem filhos com qualquer dificuldae de aprendizagem, podem ter uma hora no trabalho reduzida. Ou seja sair mais cedo para poder ficar mais tempo com o seu filho e poder ajuda-lo nas tarefas e tratamentos.
Para o filho, ter os pais ao seu lado e enfrentando juntos as dificuldades, dá uma sensação de proteção e de apoio. É importante também ajudá-lo a entender que cada pessoa é diferente da outra, mesmo entre as que não possuem nenhuma dificuldade. Cada ser é único em sua individualidade, com suas qualidades, defeitos e limitações.
* É muitas pessoas ditas normais parecem mais retardadas do que os ditos especiais, e ter um problema ou mesmo DISLEXIA só nos leva até um pouco mais de esforço na vida escolar e na relação com o mundo a fora. Mas não deixa de ser impossivel, só vai nos fazer ter mais esforço para enfrentar. BASTA QUERER, LUTAR E CONQUISTAR. Ai vc vai ver que não foi tão difícil assim, não é mesmo?
Descobrir as qualidades e habilidades do filho e exaltá-las é um bom começo para essa nova jornada que deve ser trilhada com paciência, tolerância e muito amor!
Elaine Braga Costa é Arteterapeuta na ABD.
(*) EU.
Acessado em: 27-10-2009.
http://www.dislexia.org.br/



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